quinta-feira, 16 de janeiro de 2014


Tadeu Alencar, o candidato da discórdia


Como já vinhamos antecipando ao longo das últimas semanas o candidato do governador será Tadeu Alencar com certeza, segundo informações em vários jornais e blog que acompanho diariamente, além de conversas com deputados e políticos da base, mesmo sem notoriedade no partido o candidato de fato será o secretário Tadeu Alencar, e a expectativa será do anúncio ainda esta semana após a chegada do governador que esta viajando, que quer antes de anunciar oficialmente, consultar o senador Jarbas Vasconcelos, o Deputado Federal Sérgio Guerra e a conversa mais aguardada da semana, será com o vice governador João Lira, rifado sem dó nem piedade do processo por incompetência, pelos menos essa será o entendimento de todos, pois nunca se viu isso anteriormente, o governador no poder não disputar a reeleição, e o pior será o que está para acontecer com o ex ministro Fernando Bezerra Coelho, que desde do começo se lançou candidato, andando de cidade em cidade pelo estado, é outro que foi rifado e jogado aos lobos, e agora com a entrada de Jarbas Vasconcelos para disputar a reeleição só restou para o Ministro a vice, que as informações que chegam dos bastidores é que se for esse o caso o candidato será seu filho Fernando Filho e ele disputará a vaga para Deputado Federal. É isso aí,  política em todo lugar é igual, e a forma do PSB trata seus aliados também. 

Articulista da Folha de São Paulo vê projeto pessoal de Eduardo Campos


Por Rogério Gentile
Prestes a confirmar oficialmente sua candidatura a presidente, Eduardo Campos (PSB) está mais preocupado em tornar-se um rostinho conhecido para a eleição de 2018 do que em derrotar Dilma Rousseff agora. Se a prioridade fosse tirar o PT do Planalto neste ano, o governador pernambucano abriria mão da disputa em favor de Marina Silva, sua aliada, afinal.
Mulher, ambientalista, de origem humilde e evangélica, a ex-ministra do Meio Ambiente, por diversas razões, é muito mais competitiva do que Campos, ainda que Dilma seja a candidata mais forte em qualquer cenário e ainda que eleições não tenham a previsibilidade de uma operação matemática. Com o pernambucano na disputa, a presidente não é favorita, é favoritíssima.
O principal entrave para Campos é justamente o fato de que ele é um ilustre desconhecido para grande parte do eleitorado e de que precisaria dispor de muito tempo de exposição no horário eleitoral para tentar viabilizar-se numa corrida curta como a presidencial.
O presidenciável do PSB terá menos tempo na televisão do que Aécio Neves e muito menos do que Dilma. Marina também teria pouca visibilidade no horário eleitoral, mas, diferentemente do colega, se resolvesse hoje caminhar pela praça da Sé, não correria o mínimo risco de passar despercebida.
Além disso, as pesquisas mostram que Campos não herda a totalidade dos votos da ex-ministra, a despeito de todo o barulho causado pela aliança que firmaram em 5 de outubro. O Datafolha de dezembro mostrou que Dilma tem 42% das intenções de voto contra 26% de Marina e 15% de Aécio. Quando o candidato é Campos, o resultado é 47% para Dilma, 19% para Aécio e 11% para o pernambucano.
Tudo pode acontecer em política, é claro, e o ano é longo, mas Campos é hoje candidato muito mais a ser líder da oposição em 2015 do que a presidente da República.

Daniel Coelho não descarta candidatura ao governo do Estado


A repercussão da disputa entre o PSDB e o PSB/Rede, em São Paulo, pode resvalar na sucessão estadual em Pernambuco. Apesar da recente aliança firmada entre as legendas, a nível estadual, os tucanos não descartam uma possível candidatura ao governo do Estado. Na coluna desta quinta-feira (16), de Cláudio Humberto, o jornalista afirma que o PSDB ameaça retaliar Eduardo Campos caso o PSB/Rede lance candidato ao governo de São Paulo. Como resposta, o partido lançaria o deputado estadual Daniel Coelho ao governo do Estado. Procurado pelo Blog, o tucano não descartou a possibilidade e afirmou que a definição se dará “mais a frente”.
O deputado estadual Daniel Coelho (PSDB), que assumiu uma postura independente desde a aproximação entre as legendas, é o mais cotado para a tarefa. Com boa votação para prefeito e opositor declarado de Campos, o tucano é o mais indicado, caso o partido queira lançar candidatura própria.
“Não há nada descartado no partido. Mas não estou me articulando para isso, meu foco está na candidatura para deputado federal”, explicou o deputado. Segundo Daniel Coelho, ele conversou com o presidente nacional do PSDB, o senador Aécio Neves, e com o presidente estadual da sigla, Sérgio Guerra, e  eles definiram que a decisão será tomada de forma conjunta.
“Existem variáveis nacionais e locais que vão definir a escolha”, disse Coelho. A indicação do governador Eduardo Campos à sucessão estadual também vai nortear a decisão. As convenções do partido estão planejadas para março.

Figueira assegura importantes projetos para Carpina e garante que UPAE funcionará em dezembro


Na tarde desta quarta-feira (15), o secretário de saúde de Pernambuco, Antônio Figueira recebeu uma comitiva da saúde de Carpina em seu gabinete. Participaram da reunião, a secretária Alberice Mendes, Raimundo Nonato (Adjunto) e Arlindo Ramalho (Gerente da Atenção Básica).
Para Alberice a reunião terminou com saldo positivo, “conseguimos junto ao secretário a liberação de recursos importantes, além da parceria de conquistar outros programas junto ao Governo Federal. Quero destacar a execução de cirurgias oftalmológicas em nossa cidade, que serão realizadas na própria Unidade Mista ainda este semestre”, afirmou a gestora.
“Irei liberar junto ao governador Eduardo Campos, recursos do Estado destinado ao SAMU Carpina,  além das resoluções SIB, para a liberação do CAPSi (infantil), mais um NASF (Núcleo de Apoio Saúde da Família – 3), como também o CAPS III”, declarou o secretário Figueira.

Giro Mata Norte

Ex ministro será rifado por Eduardo Campos


Mesmo se lançando primeiro com pinta de candidato a governador em Pernambuco, com bons índices de aprovação em todos os cenários, a situação do ex ministro Fernando Bezerra está difícil no momento, segundo informações dos bastidores do Planalto, Fernando Bezerra Coelho está descartado para disputa do governo, com a confirmação de Tadeu Alencar Secretário de Eduardo Campos e como premio de consolação seria o candidato natural do partido ao senado, mais nem isso está garantido, depois que o senador Jarbas Vasconcelos entrou na parada e exigiu sua reeleição, restando apenas a vice, mais ao que parece não interessa ao ex ministro e já sinaliza que deverá disputar um mandato de deputado federal, jogando seu filho Fernando Filho na vice.

O embate é Lula x Eduardo


No cenário em que está sendo desenhado para as eleições em Pernambuco não haverá segundo turno para governador. O pleito deve ser decidido logo no primeiro turno por uma razão muito simples: está fora de cogitação o surgimento de uma terceira via.
De um lado, as forças governistas, capitaneadas pelo governador Eduardo Campos, marcharão unidas com o nome do secretário da Casa Civil, Tadeu Alencar. Há de fato resistências, inclusive familiares, a Tadeu, mas o governador deve conduzir o processo com absoluto sucesso.
De outro, o senador Armando Monteiro Neto (PTB) já arrebatou o coração de Lula e Dilma para levar o PT ao seu palanque. Com o PT aliado a Armando, cai por terra um terceiro candidato a governador, no caso o deputado João Paulo, que estava louco para entrar na disputa.
O hoje governista PSDB também poderia projetar uma candidatura própria, como ainda admite o senador Aécio Neves, mas o presidente estadual da legenda tucana, Sérgio Guerra, já bateu o martelo com Eduardo e apoiará o nome que ele indicar.
Sendo assim, no mano a mano entre Tadeu e Armando, o que assistiremos será um embate entre o governador, Lula e Dilma, contando com a forte disposição do ex-presidente, que está desapontado com o ex-aliado.
Por diversas vezes, Lula já repetiu que virá a Pernambuco quantas vezes for necessário ao longo da campanha para tentar impor uma derrota histórica ao ex-aliado Eduardo. A eleição para governador pode se transformar, portanto, num duelo entre Eduardo e Lula, os dois grandes protagonistas.
Vitorioso com Armando, Lula não terá elegido um poste, porque, além de senador e ter uma trajetória política, com destaque no plano nacional, o trabalhista lidera todas as pesquisas de intenção de voto para governador.
No caso do inverso, ou seja, uma vitória de Tadeu, aí, sim, o governador pode entrar para a história como maior fenômeno eleitoral do País: emplacar dois postes – o primeiro no Recife e o segundo, dois anos depois, no Estado.

Blog do Magno Martins